terça-feira, 6 de outubro de 2009

A grande família de Gilmar Mendes

O presidente do Supremo é o nome mais ilustre de um clã com forte presença no Judiciário. Veja quem são os parentes do ministro com atuação na Justiça e em outras áreas do direito.

Magistrados
Ministro Gilmar Mendes (presidente do Supremo Tribunal Federal)
Desembargador Joaquim Pereira Ferreira Mendes (presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no início do século XX) – avô de Gilmar
Desembargador Milton Ferreira Mendes (TJ de Mato Grosso) – tio
Desembargador Mario Ferreira Mendes (TJ de Mato Grosso) - tio
Juiz Élcio Sabo Mendes (aposentado – TJ Acre) - tio
Desembargador Ítalo Ferreira Mendes (Tribunal Regional Federal) - primo
Desembargador Joazil Maria Gardés (TJ do Distrito Federal) - primo
Juiz Élcio Sabo Mendes Junior (TJ do Acre) - primo
Juiz Yale Sabo Mendes (juiz da comarca de Cuiabá e membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso) - primo
Juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes (juiz da comarca de Cuiabá) - primo

Defensor público
Djalma Sabo Mendes Junior (defensor público-geral de Mato Grosso) - primo

Procurador do Estado
Djalma Sabo Mendes (procurador do Estado de MT aposentado) - primo

TCE multa ex-prefeito irmão de Gilmar Mendes

Primos de Gilmar brigam, e perdem vaga em MT

10 comentários:

  1. nao entendi qual a critica nesse caso.
    qual é o problema de ter outros parentes em cargos como os citados, todos provenientes de concursos publicos? aí nao tem nada de nepotismo ou qualqer coisa do tipo

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    1. quá...quá...quá...há...há...há...

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  2. Lendo ao lado, o item 1... pergunto: REPUTAÇÃO ILIBADA pode, também, significar que nunca poderá haver um ministro do STF homossexual?

    Quanto ao tema do blog, penso que o fato "puro e simples" de ter familiares (em épocas anteriores) demonstra admiração das gerações futuras, em parte, seguindo a carreira daqueles a quem admira.

    Os contemporâneos, por sua vez, podem ter outras razões para ocupar certos espaços... mas isso não é uma regra. Ou não pode acontecer de uma pessoa ser talentosa e buscar ocupar certos espaços apenas por livre-arbítrio e capacidade pessoal?

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  3. Gostaria de saber se o Oficial do Cartorio do Nono Registro de Imóveis no Rio de Janeiro, o Senhor Adilson Alves Mendes, tem algum parentesco com o Ministro Gilmar Mendes?

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  4. Estou querendo mais explicações sobre o assunto, por favor mais clareza???

    Tchaka Drag Queen.
    Rainha das festas em São Paulo.
    http://www.tchaka.com.br/

    TCHAKA KISSES!!!

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  5. Olá! Gostaria de saber se vocês estão organizando algum protesto para a votação do ficha-limpa também. A palhaçada do Judiciário infelizmente não se restringiu à época do Dantas. Acho que a população deveria se mobilizar e ir fazer pressão. Talvez quarta-feira seja votado o recurso do Roriz no STF e essa seria uma boa hora pra mostrar que estamos de olho neles.

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  6. Nossa que genética! Issiéquié familia de caras inteligentes! Não se produz um juiz, um delegado, um promotor, mas logo uma porção... Deveria haver uma junta de médicos, biólogos, sociólogos, pedagogos, enfim, multidisciplinar, para estudar tão grande competência em concursos e aplicar o conhecimento adquirido a todos nós cidadadãos menos privilegiados pela natureza.
    PS: nao acredito que tenha sido usado o democratico dispositivo do Quinto constitucional.

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  7. Gostei muito deste site e por isso resolvi colocar uma mensagem para conhecimento de todos. Já existe uma maneira de se fazer grampo de celular. Chama-se telefone espião. Você pode encontrar no site www.celularespiao.net

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  8. Seria interessante continuar atualizando o blog c/informações sobre o processo que Gilmar está respondendo e que (parece) está parado. Abs!

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  9. o blog está desatualizado??????
    não devem parar, pois o Gilmar Mendes Dantas está a todo vapor!!!!
    ele e seus pares: Guiomar, Daniel Dantas, José Serra, Alckimim, Sergio Bermudes, etc..........

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Manifesto do Movimento Saia às Ruas

Luz em nossa democracia inacabada

Há 30 anos o Brasil iniciou um processo árduo de transição democrática. Combatemos a ditadura militar a custa de sacrifício, sangue e lágrimas. O povo brasileiro, de maneira direta e contundente, disse não à opressão, não à desigualdade radical, não à pobreza. O símbolo de nossa vitória foi a Constituição de 1988, que estabeleceu as bases de um novo País. Um País que valoriza a participação social, que condena a discriminação de gênero, de raça e de classe. Queremos resgatar o espírito das Diretas! Uma democracia viva é aquela com o povo nas ruas!

O Judiciário é alicerce dos poderes de nossa República. O Supremo, como Corte Constitucional, representa isso em seu grau máximo. Entretanto, o que vimos no último ano foi uma “destruição” na imagem e na credibilidade do Judiciário. O presidente Gilmar Mendes conseguiu colocar a Suprema Corte do País contra o sentimento que está nas ruas! Além disso, contraria o pensamento do próprio tribunal que deixa de decidir como um colegiado e causa um prejuízo ao conjunto do Judiciário Brasileiro que passa a ficar desacreditado.

Nos últimos meses, temos sofrido calados ao dar-nos conta de que algumas das nossas conquistas mais nobres estão sendo ameaçadas. Sofremos porque percebemos que a Justiça ainda trata pobres e ricos de maneira desigual. Sofremos porque notamos que os privilégios de classe e o preconceito contra os movimentos sociais persistem na mais alta corte do Brasil. Nós nos sentimos traídos por quem deveria zelar – e não destruir – (por) nossa democracia: o Presidente do Supremo Tribunal Federal!

Ao libertar o banqueiro Daniel Dantas e criminalizar os movimentos populares, o Ministro Gilmar Mendes revela a mesma mentalidade autoritária contra a qual lutamos nos últimos 30 anos. O Brasil já não admite a visão achatada da lei, aplicada acriticamente para oprimir os mais fracos. O Brasil já não atura palavras de ordem judiciais – como “estado de direito”, “devido processo legal” ou “princípio da legalidade” – apresentadas como se fossem mandamentos divinos para calar o povo. Já não há espaço no Brasil para um Judiciário das elites, um Judiciário das desigualdades.

Sabemos que nossa luta não será fácil. No passado recente, lutamos contra a ditadura do Executivo e, a duras penas, vencemos. Lutamos contra a opressão ao Legislativo e pela liberdade da sociedade civil organizada e a nossa força também prevaleceu. Mas não conseguimos por fim ao autoritarismo judicial, hoje encarnado na postura do Ministro Gilmar Mendes. Mantivemos, no centro da democracia brasileira, a mão forte de uma instituição que oprime, que desagrega, que exclui. Chegou a hora de retomar a terceira batalha. O Judiciário ainda não completou sua transição para a democracia e a maior prova disso são as posturas do ministro Gilmar Mendes que ofendem e indignam a vontade da população.

O ministro Gilmar Mendes representa um autoritarismo e uma polêmica partidária-ideológica que não coadunam com a nova luz democrática que as ruas querem para este tribunal. Você se lembra de algum partido político que lançou uma nota em apoio a algum presidente do Supremo em outro momento desse país como fez o DEM? Como esse ministro irá julgar agora os processos contra esse partido? Essa partidarização das questões nas quais o ministro Gilmar Mendes está envolvido mina sua credibilidade como juiz isento e imparcial.Sua saída indicaria renovação e o fim de atitudes coronelistas e suspeitas infindáveis que recaem sobre ele (ver abaixo “SUSPEITAS QUE RECAEM SOBRE GILMAR MENDES”)

Por isso, a voz das ruas está pedindo a saída do presidente do STF Gilmar Mendes. Não admitimos mais a presença de juízes que não tenham imparcialidade, integridade moral, espírito democrático-republicano e reputação ilibada para decidir nesta corte. Uma nova luz, democrática e ética deve surgir no STF!

Nas ruas e nos campos, nas capitais e no interior deste País, milhões de brasileiros escondem uma dor cortante dentro de si. Nossa dor é uma dor moral, que nos corrói a alma e nos aperta o coração. Sofremos por nossa democratização inacabada expressada no presidente do Supremo que, a pretexto de defender direitos individuais, criminaliza movimentos sociais e beneficia banqueiros poderosos. A garantia dos direitos individuais não pode tornar-se desculpa para a impunidade reinante. Já que a soberania emana do povo, perguntem às ruas! Ministro Gilmar Mendes, você nos envergonha como povo! Precisamos de ministros que sejam respeitados pela maioria da população e tenham reputação ilibada. Precisamos de mentes que, além de técnicas, sejam democráticas e éticas.

É por isso que estamos aqui, em uma vigília por um novo amanhecer, para devolver ao Brasil a liberdade que nos tentam roubar. Não haverá uma nova luz sobre o Judiciário, enquanto não terminarmos a luta que o povo brasileiro começou há 30 anos. Chegou a hora de concluir a transição democrática, de sair às ruas e iluminar a nossa história com novo choque de liberdade. O povo já tirou o Collor e tirará Gilmar Mendes!
Saia às ruas Gilmar Mendes e não volte ao STF! Viva o povo brasileiro!

Movimento Saia às Ruas.


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